Ela não estudou o problema. Estava dentro dele.
“Eu não cheguei à IA por curiosidade. Cheguei por falta de saída. Eu fazia tudo, em jornadas de 12 horas, e a empresa crescia mais rápido do que eu conseguia correr. Naquele dia eu me fiz uma promessa: ou eu mudava a forma de trabalhar, ou aquela operação me quebrava.
A resposta óbvia era contratar. Mas quase duas décadas lendo organizações me ensinaram que mais gente só adia o problema. Então eu não fui aprender uma ferramenta. Fui fazer o que sempre fiz com pessoas: dar contexto, definir padrão, delegar e proteger o que importa. Só que, dessa vez, para máquinas.”
Nathália Gomes é Diretora Executiva de Gente e Gestão do Grupo Bilhon (Arkom, Clickmax e Outlier Hub), onde conduz a transição AI-First. Começou em comunicação e marketing, à frente de marcas como Globalstar, CasaShopping e Florense. Migrou para gente e cultura e foi Chief Remote Officer da Brainn Co., liderando da Itália times 100% remotos em três fusos horários. São quase duas décadas unindo comportamento humano, cultura e resultado de negócio.
Certificada em Análise Transacional pela EATA, com formação em Marketing pela NYU e pelo Coppead/UFRJ. Autora de A Arte de Desatar Nós.


















