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Treinamentos

Treine seus líderes com quem colocou agentes de IA no organograma.

Keynotes, workshops e programas in company para líderes que precisam comandar pessoas e inteligência artificial na mesma operação. Sem precisar aprender código. Com método rápido. A partir de uma empresa real, não de uma tese.

  • CHRO do Grupo Bilhon, à frente da transição AI-First da Arkom, empresa do NVIDIA Inception

  • 60 pessoas e 3 empresas atendidas por uma área de pessoas que opera com agentes de IA

  • Quase duas décadas unindo comportamento humano, cultura e resultado de negócio

O problema

Sua empresa já treinou o time em IA. E nada mudou.

Você contratou o curso, liberou as licenças, montou a trilha. Os líderes aprenderam a escrever prompts. E continuam fazendo pessoalmente o que um agente faria em segundos.

A culpa não é do seu time. É da pergunta que quase todo treinamento responde: como usar a ferramenta? Essa é uma pergunta de operador.

A pergunta de quem lidera é outra: como dar contexto, definir padrão, delegar tarefa e proteger o que importa, agora para uma máquina? Ninguém estava ensinando isso. É o que estes treinamentos ensinam.

O inimigo tem nome: Modo Estudante.

Primeiro estágioModo Estudante

Modo Estudante é o líder que consome tudo sobre IA e opera do mesmo jeito. Faz o curso, salva os prompts, assiste ao webinar. Aprender parece progresso e não exige decidir nada.

Segundo estágioModo Comando

Modo Comando é o líder que redesenha a própria operação, coloca agentes para trabalhar com função definida e libera as pessoas para o que só pessoas fazem.

A diferença não é técnica. É de postura. E é a postura que vai separar os líderes que permanecem necessários dos que serão substituídos pela ferramenta que aprenderam a usar.

Todo mundo está aprendendo a usar IA. Quase ninguém está aprendendo a comandá-la.

Formatos

Escolha a porta de entrada. O método é o mesmo.

Do keynote de 45 minutos ao programa de várias semanas, todo formato parte da mesma operação real e entrega o mesmo framework aplicável.

Auditório escuro com o palco iluminado e um organograma de pessoas e agentes de IA no telão.
30 a 60 minutos

Keynote

Palestra de 30 a 60 minutos, presencial ou online, para abrir a conversa sobre comando de IA na sua empresa ou evento. A plateia sai com o Comando de Chefia em uma página.

Para: convenções internas, kick-offs, eventos corporativos e conferências.

Contratar keynote
Nathália Gomes de pé, conduzindo uma reunião com o time em volta da mesa, com uma tela ao fundo.
Meio dia ou dia inteiro

Workshop in company

Meio dia ou dia inteiro, mão na massa. Os líderes aplicam o Comando de Chefia a uma frente real da própria área e saem com o primeiro agente desenhado.

Para: comitês executivos, times de liderança e áreas em transformação.

Contratar workshop
Nathália Gomes apresentando um sistema numa tela grande, numa sala de reunião.
4 a 8 semanas

Programa in company

Trilha de 4 a 8 semanas que percorre as 4 Viradas de Chave com a liderança da empresa, com encontros ao vivo, aplicação entre sessões e acompanhamento. O objetivo é sair com um time híbrido funcionando, não com um certificado.

Para: empresas que querem implementar a cultura AI-First de forma estruturada.

Quero o programa
Sala de reunião ao entardecer, com um notebook em videochamada, um globo e um caderno sobre a mesa.
Português e inglês

Treinamento internacional

Treinamentos presenciais com perspectiva multicultural, no Brasil, em Portugal e na Itália, em português e inglês.

Para: empresas distribuídas, times globais e eventos fora do Brasil.

Levar para o meu país
Duas poltronas de couro frente a frente junto a uma janela, com um caderno aberto e um tablet na mesa.
Individual ou em grupo

Mentoria executiva

Individual ou em grupo, para executivos e donos de empresa que querem reestruturar suas áreas com IA e liderança humana. Processo seletivo.

Para: C-level e fundadores.

Aplicar
Temas

Seis treinamentos. Nenhum nasceu de slide.

Cada tema vem de uma decisão tomada dentro da operação. Todos se adaptam a keynote, workshop ou programa.

  1. O Líder Agente.

    Comandar pessoas e IA na mesma operação: sair do Modo Estudante, entrar em Modo Comando e montar um time híbrido sem código.

    Para toda a liderança.

  2. Um time de uma pessoa só.

    Como uma executiva passou a entregar o que antes exigia uma equipe, e o que isso muda na forma de medir valor em um líder.

    Para RH, carreira e futuro do trabalho.

  3. People-First antes de AI-First.

    Por que a transformação com IA começa pela área de pessoas, e por que começar por outra área costuma falhar.

    Para CHROs, diretores de RH e conselhos.

  4. Job description para máquinas.

    Dar a cada agente papel, padrão e limite, com a mesma disciplina que se dá a uma contratação.

    Para líderes de operação e transformação digital.

  5. O que não se automatiza.

    Análise Transacional, leitura de pessoas e o humano como diferencial quando tudo o mais pode ser copiado.

    Para cultura e desenvolvimento humano.

  6. Três fusos, zero salas.

    O que liderar times 100% remotos em três fusos ensinou sobre delegar com clareza, para pessoas e para máquinas.

    Para empresas distribuídas e times globais.

Precisa de um tema sob medida? Toda keynote e todo workshop passam por uma call de alinhamento com o seu contexto.

O método

Seus líderes já sabem comandar. Só não sabiam que servia para máquinas.

Quem já liderou um time sabe o que faz uma delegação funcionar: o outro entende para que serve, qual é o padrão esperado, o que precisa fazer e onde não pode pisar.

Um agente de IA responde às mesmas condições. Com uma diferença: ele faz exatamente o que você mandou, inclusive quando você mandou mal. Por isso o método não ensina tecnologia. Ensina o líder a aplicar à máquina a disciplina de comando que já usa com pessoas.

O Comando de Chefia

A estrutura para dirigir qualquer agente, da primeira instrução ao time completo. Quatro elementos, sempre nesta ordem.

  1. Quem é o agente, para quem trabalha e o que precisa saber antes de agir

  2. O nível de qualidade, o formato e as referências que a entrega precisa seguir

  3. O que fazer, com que prioridade e qual é o resultado esperado

  4. Os limites, o que não pode ser feito e o que precisa ser preservado

Elemento
O que você define

As 4 Viradas de Chave

A passagem do Modo Estudante para o Modo Comando acontece em quatro viradas, nesta ordem. A maioria das empresas começa pela terceira. É por isso que a IA vira custo em vez de alavanca.

  1. Mente. O líder deixa de se ver como usuário e passa a se ver como comandante de um time que inclui máquinas.

  2. Comportamento. O líder para de executar e começa a dirigir, com a clareza que exigiria de um gestor humano.

  3. Ferramentas. Só agora a tecnologia entra, com uma job description para cada agente.

  4. Resultados. O líder mede, ajusta e escala. O tempo ganho vira tempo de estratégia.

  5. O resultado é o que Nathália chama de Time Invisível: agentes trabalhando nos bastidores, com função definida, enquanto as pessoas se dedicam ao que exige julgamento, relação e visão.

De onde vem o método

Testado antes de ser ensinado.

  1. Como ponto focal de gente e gestão de uma holding com três empresas, Nathália chegou ao limite que todo executivo de operação reconhece: a empresa crescia mais rápido do que qualquer estrutura humana conseguia acompanhar.

  2. Mas contratar mais gente para absorver volume só repetiria a estrutura que já estava quebrando. Então ela fez o que nenhum manual de RH ensina: tratou a inteligência artificial como estrutura, não como apoio. Um agente para cada frente. Uma job description para cada agente. Todos no organograma.

  3. O resultado é uma área que entrega mais com a mesma estrutura, e uma executiva que opera como um time de uma pessoa só. Foi esse processo que virou método.

60pessoas e 14 líderes sob um único ponto focal
27frentes operacionais em um único dia de trabalho
36+contratos e 13 folhas de pagamento gerenciados
1pessoa entregando o que antes exigia uma equipe

People BOS: a prova que se pode ver

A plataforma de People & Talent que Nathália construiu para o Grupo Bilhon concentra toda a operação de pessoas em um só lugar: hunting integrado ao LinkedIn, triagem e primeiras calls conduzidas por IA, onboarding digital com NPS automático e people analytics com report semanal gerado por IA para o CEO. É o mesmo sistema que os treinamentos usam como caso real.

No processo seletivo que ela comanda, a IA conduz o hunting, a triagem e até as primeiras calls. Nathália só entra quando o humano precisa entrar.

Arkom, empresa selecionada para o NVIDIA Inception, programa da NVIDIA para startups que constroem soluções com inteligência artificial.

Quem conduz
Nathália Gomes de braços cruzados e sorrindo, de óculos e blusa clara, num estúdio de fundo escuro.

Ela não estudou o problema. Ela estava dentro dele.

Nathália Gomes é CHRO do Grupo Bilhon e Diretora Executiva de Gente e Gestão da holding, à frente da transição AI-First na Arkom. Reestruturou suas áreas com inteligência artificial e hoje entrega sozinha o que antes exigia uma equipe inteira: um time de uma pessoa só, orquestrando pessoas e agentes, cada um com sua job description.

Antes disso, foi Chief Remote Officer da Brainn Co., comandando da Itália times 100% remotos em três fusos horários. Delegar com clareza para quem não está na mesma sala foi o treino, anos antes, para delegar com clareza a quem não é humano.

Certificada em Análise Transacional pela EATA, com formação em Marketing pela New York University e pelo Coppead/UFRJ, é autora de A Arte de Desatar Nós e criadora do programa O Líder Agente. Construiu sua perspectiva entre Nova Iorque, a Itália e Belém.

Grupo Bilhon · Arkom · Brainn Co. · NYU · Coppead/UFRJ · EATA

Mesmo na era da IA, o que permanece insubstituível é o humano. Mas o humano que permanece é o que aprende a comandar.

Conhecer a trajetória completa

O que você recebe

Um treinamento que continua trabalhando depois que a sala esvazia.

  1. Antes: call de alinhamento para adaptar o tema ao seu contexto, mais um diagnóstico rápido do estágio de IA da sua liderança.

  2. Durante: o treinamento no formato escolhido, com o Comando de Chefia em uma página para cada participante levar.

  3. Depois: material de apoio para aplicação e uma sessão de acompanhamento.

Para os líderes: o primeiro agente da própria área desenhado durante o workshop ou o programa.

Para a empresa: uma linguagem comum sobre IA entre os líderes, do CEO ao gestor de primeira linha.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

Meus líderes não são técnicos. Isso é para eles?

É exatamente para eles. O método não ensina a programar nem a configurar ferramentas. Ensina a comandar, que é o que um líder já faz com pessoas. Quem sabe delegar bem para gente aprende a delegar bem para máquina.

Já fizemos um treinamento de IA. Por que este seria diferente?

Porque a maioria responde a uma pergunta de operador: como usar a ferramenta. Este responde à pergunta de quem lidera: como redesenhar a operação com agentes dentro dela. O conteúdo vem de uma empresa que fez isso, não de uma apostila.

Quais ferramentas de IA são usadas?

O método é independente de ferramenta. O Comando de Chefia funciona com qualquer modelo que a sua empresa já use ou venha a usar. Nos exercícios práticos, trabalhamos com as ferramentas que a sua equipe tem acesso.

Funciona para empresas de qualquer porte?

O método nasceu em uma holding com três empresas e sessenta pessoas e se aplica a áreas de qualquer tamanho. O que muda é o formato: keynote para abrir a conversa, workshop para uma área, programa para toda a liderança.

Vocês atendem fora do Brasil?

Sim. Treinamentos presenciais no Brasil, em Portugal e na Itália, em português e inglês, e formatos online para times distribuídos.

Como funciona a contratação?

Uma call de alinhamento, uma proposta com formato, tema e investimento, e a data na agenda.

Próximo passo

A era da IA já começou. Em que lado os seus líderes vão estar?

Em doze meses, comandar agentes será requisito de qualquer liderança. As empresas que treinarem agora terão líderes operando em Modo Comando enquanto o mercado ainda discute ferramentas. As que esperarem vão treinar depois, com menos vantagem e o mesmo custo.

Se a sua liderança já sai dos treinamentos de IA sabendo o que fazer na segunda-feira, talvez você não precise disto. Se não sai, a conversa é curta: uma call, um formato, uma data.

Sem compromisso. Em 30 minutos você sai com o formato certo para o seu momento.